Editorial | Abril

Páscoa

(Êxodo 12.1-51)

 

No Antigo Testamento a Páscoa fala da libertação do povo de Israel do terrível cativeiro do Egito (Êxodo 12). No Novo Testamento a Páscoa refere-se à morte e ressurreição de Jesus Cristo. Deus tirou o seu povo do Egito com mão forte e poderosa através do sangue do Cordeiro. Deus nos tirou do cativeiro do pecado pelo sangue de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

 

  1. O livramento da morte depende da morte do Cordeiro (Ex 12.4-6) – Deus ordenou a Moises que cada família matasse o cordeiro e marcasse as ombreiras das portas com sangue. O anjo do Senhor passaria naquela noite e vendo o sangue não feriria de morte o primogênito. Todos os primogênitos do Egito morreram, exceto aqueles que estavam debaixo do abrigo do sangue do Cordeiro. Não foi a vida do cordeiro, mas a sua morte que trouxe livramento para os israelitas. Assim, também, somos libertos da morte pela morte de Cristo. Ele morreu a nossa morte.
  2. O livramento da morte depende de estar debaixo do abrigo do sangue (Ex. 12.7,13, 14) – A libertação dos primogênitos da morte dependeu não apenas da morte do cordeiro, mas também, do seu sangue aspergido nas ombreiras das portas. Precisamos estar debaixo do sangue de Cristo para sermos salvos. Somente o sangue de Cristo, sem defeito, que pode nos purificar do pecado. Por ele somos remidos, comprados, purificados e justificados.
  3. Os que foram libertos pelo sangue precisam se alimentar do Cordeiro (Ex 12.8-12) – Aqueles que são salvos pelo sangue de Cristo, precisam se alimentar de Cristo. Ele é o pão vivo que desceu do céu. Ele é o alimento para a nossa alma. A páscoa judaica foi substituída pela Ceia do Senhor. O pão simboliza o corpo de Cristo e o vinho o seu sangue. Devemos nos alimentar do corpo e do sangue do Senhor.
  4. Os que celebram a Páscoa do Senhor precisam lançar fora todo o fermento da maldade (Ex 12.15-20) – Durante a celebração da Páscoa judaica, os israelitas não podiam ter nenhuma espécie de fermento em casa nem comer pão levedado. O fermento é um símbolo da contaminação do pecado. Precisamos examinar a nós mesmos antes de comermos o pão e bebermos o cálice. O propósito do auto-exame não é para fugirmos da Ceia por causa do pecado, mas fugirmos do pecado por causa da Ceia. Não podemos participar dignamente da Ceia do Senhor estando o nosso coração em pecado, hospedando qualquer sentimento de hostilidade ou rancor pelos irmãos. A igreja precisa ser uma comunidade de santidade, amor e perdão, antes de ser uma comunidade de celebração.

 

Extraído e Adaptado

Pastor Marcelo Santos

O Pastor que Ama Você e sua família.
pastormarcelo01@gmail.com